Jimmy Giuffre

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James Peter Giuffre (nascido em Dallas, Texas, em 26 de Abril de 1921) é compositor, arranjador,  saxofonista e clarinetista.


Giuffre ficou conhecido primeiramente como arranjador da big band de Woody Herman, para quem escreveu o celebrado “Four Brothers” (1947). Ele continuou durante sua carreira a escrever criativamente, com arranjos não usuais.
Ele foi um membro do grupo de Shorty Rogers antes de iniciar carreira solo. Tocou clarinete (seu principal instrumento), bem como sax tenor e barítono. Seu estilo é único e incomparável, sendo um músico autodidata, influenciado provavelmente por Lester Yong. Suas primeiras músicas foram algumas vezes classificadas de cool jazz, e Giuffre foi a figura central do West Coast Jazz.
Seu primeiro trio era formado pelo guitarrista Jim Hall e o baixista Ralph Pena (substituído posteriormente por Jim Atlas). Eles tiveram um pequeno sucesso em 1957, quando a musica de Giuffre “The Train and the River” apareceu no especial de televisão “O Som do Jazz” . Este trio explorou o que Giuffre chamou de “jazz blues baseado em música folk” Este mesmo programa de TV promoveu o encontro entre Giuffre e o clarinetista Pee Wee Russel para uma despojada jam session entitulada simplesmente “Blues”.

Quando Atlas deixou o trio, Giuffre o substituiu por um trombonista chamado Bob Brookmeyer. Esta formação não usual foi em parte inspirada em Claude Debussy. O grupo pode ser visto no filme Jazz on a Summer Day, fimado em 1958 no Newport Jaz Festival.
Em 1961, ele formou um novo trio com o pianista Paul Bley e o baixista Steve Swallow. Este grupo recebeu recebeu pouca atenção enquanto estava ativo, mas depois foi citado por fãs e músicos de jazz como um dos mais importantes grupos da história do jazz. Eles exploraram o free jazz, não de uma maneira agressiva como Albert Ayler ou Archie Shepp, mas de modo silencioso, com foco na música de câmara. As explorações do trio no ca
mpo da harmonia, melodia e ritmo ainda causam impacto no jazz. Thom Jurek escreveu que as gravações do trio são “um dos mais importantes documentos sobre o outro lado do jazz dos anos 60.”

Giuffre, Bley e Swallow exploraram completamente a música improvisada, muitos anos à frente do boom da “improvisação livre” na Europa. Jurek escreve que “Free Wall”, sua última gravação: “era uma música radical, e ninguém, literalmente ninguém, estava preparado para ela e o grupo dissolveu-se logo, numa noite onde eles receberam apenas 35 centavos por pessoa após uma apresentação.”
No começo dos anos 70, Giuffre formou um novo trio com o baixista Kiyoshi Tokunaga e o baterista Randy Kaye. Ele incluiu instrumentos como a flauta baixo e o sax soprano ao seu arsenal. Posteriormente adicionou o tecladista Pete Levin e substituiu Tokunaga pelo baixista Bob Nieske. Esta nova formação gravou três álbums para o selo italiano Soul Note.
Também durante os anos 70, Jimmy foi contratado pela Universidade  de Nova York para liderar seu grupo de jazz, e lecionar sax e composição.

Nos anos 90, continuou lecionando e tocando. Ele gravou com Joe Mcphee, e reviveu o trio com Bley e Swallow (que trocou o baixo acústico pelo elétrico, dando uma nova sonoridade ao grupo). Em meados dos anos 90, Giuffre lecionou no Conservatório de Música de New England . Atualmente sofre da Doença de Parkinson e parou de tocar.

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Clarineta, um instrumento transpositor

O clarineta pertence a um grupo de instrumentos chamados transpositores, o que, em poucas palavras, pode ser resumido da seguinte forma: A nota escrita (na partitura) é diferente da nota verdadeira: isso por causa da afinação própria do instrumento. Sendo imageassim, é necessário que haja uma transposição de notas para que o clarinete toque no tom real da música. Isso trouxe facilidade aos músicos, pois, a clarineta possui uma extensão de notas muito grande. As clarinetas mais comuns são os instrumentos em Si bemol e em Lá. O instrumento em Dó, raramente usado hoje, era muito utilizado na orquestra clássica e pré-romântica (Mozart e Beethoven). Há, também, os clarinetes mais agudos, também conhecidos como requinta em Mi bemol, raramente encontrados em Ré (Richard Strauss e Stravinsky), e as clarinetas mais graves, como as clarinetas alto em Mi bemol, a clarineta baixo em Si bemol e a clarineta contrabaixo em Si bemol. Aparentado com o clarinete, é o cor de basset, afinado em Fá. Enquanto as bandas militares dão preferência à clarineta alto, as orquestras sinfónicas dão preferência ao cor de basset.

Particularidades do Clarinete

oboéA clarineta possui semelhanças com o oboé, mas difere deste no que diz respeito à sua forma (o oboé é cônico, e a clarineta é cilíndrica); no timbre (o oboé é rascante, anasalado e penetrante, enquanto a clarineta é mais aveludada que penetrante, menos rascante e mais encorpada); e na extensão de notas (o oboé possui a menor extensão de notas dentre os sopros, enquanto a clarineta, a maior). Essas diferenças se dão principalmente pela forma cilíndrica da clarineta e do uso de apenas uma palheta, enquanto que no oboé, no fagote e no corne ingês (também membros das madeiras) se utiliza uma palheta dupla.fogote

Os clarinetistas atualmente compram suas palhetas, e fazem os ajustes necessários artesanalmente a fim de corrigir as imperfeições destas, para adequá-las à sua própria anatomia e necessidade de som. A palheta é fixada na boquilha por meio da braçadeira, que funciona como um prendedor, onde o clarinetista manipula a força e intensidade com que a palheta está presa na boquilha. Via de regra, a palheta não pode estar demasiadamente frouxa e nem excessivamente apertada.

Embora o processo descrito acima, sobre o uso da palheta nas saxofoneclarinetas, também seja usado no saxofone, não podemos confundi-lo! O saxofone nasceu da clarineta e, por isso, apresenta mecanismos semelhantes, mas a embocadura da clarineta é muito mais tensa e trabalhosa do que a embocadura exigida no saxofone. E isso é muito nítido ao comparar a execução de um saxofone e de uma clarineta. Inclusive, muitos músicos que querem aprender a tocar saxofone, também optam por aprender primeiramente, ou paralelamente, a clarineta.

 

clarinete

Concerto gratuito estreia encontro de clarinetistas

Concerto gratuito estreia encontro de clarinetistas
Publicado em 14.10.2009, às 14h30

Do JC Online

 

O Quarteto de Clarinetes de Lisboa participa da abertura do evento

O Quarteto de Clarinetes de Lisboa participa da abertura do evento

 

A 8ª edição do Encontro Brasileiro de Clarinetistas terá sua estreia nesta quinta-feira (15) com apresentações do Quarteto de Clarinetes de Lisboa, da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música e dos solistas Jonatas Zacarias e Isaías Rafael, às 20h, na Igreja da Madre de Deus, no Bairro do Recife. A entrada é gratuita.
Sob regência do maestro José Renato Accioly, o espetáculo vai prestar uma homenagem aos 250 anos de nascimento do compositor Franz Krommer. O encontro, que será promovido entre os dias 15 e 18 pelo CPM, contará com os principais instrumentistas e estudantes clarinetistas do Brasil, entre eles, François Sauzeau, da Orquestra Nacional de Lylon, Henri Bok, clarone e professor do Conservatório de Rotterdam, além dos músicos Nuno Silva, Luis Gomes, Joaquim Ribeiro, Ricardo Freire, Pedro Robatto, Carlos Rieiro e Fernando Silveira.
» Confira a programação completa do evento:
QUINTA-FEIRA (15)

20h – ABERTURA
Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música

Peça de Abertura

F. Krommer – Concerto em mib maior para 2 clarinetes e Orquestra, Op.35.
Solistas:
Jônatas Zacarias
Isaías Rafael
Regência:
José Renato

QUARTETO DE CLARINETES DE LISBOA

» SEXTA-FEIRA (16)

09h – MASTERCLASS

FRANÇOIS SAUZEAU – Auditório

Miquéias Felipe Costa Feitosa
Aaron Copland – Concerto

Aynara Dilma V. de S. Silva
André Messager – Solo de Concours
Francis Poulenc – Sonata

Gueber Pessoa Santos

09h – MASTERCLASS DE CLARONE

LUIS GOMES – SALA 24

10h30 – INTERVALO

11h00 – RECITAL

DAVI BARBOSA

Igor Stravinsky – Three Pieces for Clarinet Solo

Gunther Schuller – Duo Sonata – para clarineta e clarone
I – Adagio
II – Andante
III – Allegro

Gueber Santos (clarone)

JAÍLSON RAULINO

Dierson Torres – MARACATÚ – para clarineta e piano

José Siqueira – SONATINA – para clarineta e piano

GUEBER PESSOA

Ernest Mahle – Concerto 1988 (Moderato) – para clarineta e piano
Jetro Silva (piano)

12h – ALMOÇO

13h30 – INÍCIO DAS AULAS INDIVIDUAIS

RICARDO FREIRE – SALA 31

Lucas Bonfim Lima
Weber – Concerto n. 2

CARLOS RIEIRO – SALA 24

Everton José da Silva
OSVALDO LACERDA – Melodia

FERNANDO SILVEIRA – SALA 14

PEDRO ROBATTO – SALA 12

Vitória Raquelline da Silva
OSVALDO LACERDA – Melodia

15h30 – APRESENTAÇÕES DOS CLARINETISTAS PARTICIPANTES

HUDSON DE SOUSA RIBEIRO

Cláudio Santoro:
Fantasia Sul América

ENÉAS ALBUQUERQUE SILVA (8 min.)

Flávio de Queiroz – Calango

Pedro Kroger – Ao  Crepúsculo

ISAÍAS RAFAEL

ASTOR PIAZZOLLA – Tango-Etudes 4 e 5

JOEL BARBOSA (Lançamento da Devon)

William O. Smith:
1 – Essay – para dois clarinetistas, visível e invisível
2 – Five Fragments – para clarineta dupla
3 – Jazz Set – para duas clarinetas
Clarinetistas: Joel Barbosa e Daniel Oliveira

17h – PALESTRA

FERNANDO SILVEIRA

“Os anos de Cavallini no Brasil: Qual deles?

17h45 – WORKSHOP

JOEL BARBOSA

Manufaturação de palhetas

18h30 – INTERVALO

19h30 – RECITAL

FRANÇOIS SAUZEAU

Debussy
Rapsódia para Clarineta

CRISTIANO ALVES

Marcel Dautremer: Recitativo e Improviso – clarineta e piano

Paul Reade: The Victorian Kitchen Garden – clarineta e piano (obra dedicada à Ema Jonhson).

Tim Rescala: Ponto, Linha e Traço – peça para clarineta e base gravada, em CD

Guilherme Bauer: Gradações – para clarineta solo

» SÁBADO (17)

09h – MASTERCLASS

NUNO SILVA – Auditório

Hudson de Sousa Ribeiro
Debussy – Premiére Rhapsodie

Davi Barbosa Campos
Stravinsky – 3 Peças para Clarineta Solo

Alanderson Maxson Ferreira do Nascimento
Martinu – Sonatina para Clarineta e Piano

Jovany Gomes da Silva filho
Kovacs – Hommage a M. de Falla

9h – MASTERCLASS DE CLARONE – Sala 24

HENRI BOK/ MONTANHA

Gueber Pessoa Santos

10h30 – INTERVALO

11h – RECITAL

PEDRO ROBATTO

L. Spohr
Concerto para Clarineta No. 1 em Dó Menor, Op. 26

RICARDO DOURADO FREIRE

Mahle- Sonatina 76

Burgmuller- Duo em Mib

Santoro- 3 peças para Clarineta Solo?

Guastavino – Sonata

12h – ALMOÇO

13h30 – INÍCIO DAS AULAS INDIVIDUAIS

CRISTIANO ALVES – SALA 12

Jailson de Sousa Teixeira
1. Malcon Arnold: Fantasy for Clarinet
2. Osvaldo Lacerda: Melodia para clarinete

Erilson José da Silva Oliveira
1. Camille Saint-Saëns – Sonata
2. Dimas Sedícias – Clarividências

JOAQUIM RIBEIRO – SALA 24

Elton Souza de Melo
1. Franz Poulenc – Sonata para Clarinete

2. IL Carnevale Di Venezia

Cláudia Lúcia da Silva Pinto
1. Camille Saint-Saëns – Sonata para Clarineta e Piano, Op. 167
2. Johannes Brahms – Sonata Nº 1 em Fá menor, op. 120.

JOEL BARBOSA – SALA 31

Elon Silveira Duarte
Willian O. Smith  – Five Pieces

Irandi José de Lima Júnior
Korsakoff – Clarinet Concerto

RUI MARTINS – SALA 14

15h30 – APRESENTAÇÕES DOS CLARINETISTAS PARTICIPANTES

QUINTETO DE CLARINETAS DA ESCOLA DE MÚSICA DA UFRN  – (15 min.)

Seymour Barab – “Quartet” para Clarinetas em Si Bemol

Clare Grundman – “Bagatelle” para quatro clarinetas

Clare Grundman – Caprice para Clarinetas

Dimas Sedícias – Mororó (Frevo)

Nelson Ayres – Flor do Mato (Baião)
Clarinetas: Enéas Albuquerque, Andry Carla, Suzana Maiara, Hudson Ribeiro
Clarone: João Paulo (JP)
Percussão: Ana Cláudia e Leandro Claudino

17h – PALESTRA

ODIVAN DE SANTANA (DEVON)

Acústica e construção de Clarinetas

17h45 – WORKSHOP

DANIEL TAMBORIN (LUTHIER)

Manutenção da Clarineta

18h30 – INTERVALO

19h30 – RECITAL

CARLOS RIEIRO

Bramhs
Sonata, Op. 120, No. 2 em Mib Maior para Clarineta e piano.

FERNANDO SILVEIRA

José Lino Fleming
Notturno – para clarineta e piano

Sigismund Neukomm
Fantasie – para clarineta e piano

D. Milhaud
Duo Concertant – para clarineta e piano

» DOMINGO (18)

15h – SORTEIOS DE BRINDES DA VANDOREN

15h30 – MESA REDONDA

– A Formação do Clarinetista brasileiro. Cristiano, Pedro, Fernando, Jaílson, Ricardo e Joel

19h – ENCERRAMENTO (IGREJA MADRE DE DEUS)

Duo Hevans

GRUPO CLARINETAS/PERCUSSÃO DA ESCOLA DE MÚSICA DA UFRN

Gioachino Rossini – O Barbeiro de Sevilha (Abertura) – Arr. Marco Mazzini

Georges Bizet  – Aragonese (da Suite “Carmen”)  – Arr. Marco Mazzini

K. Ximbinho – Sonoroso (Choro)
Pixinguinha e Benedito Lacerda – Cheguei (Maxixe) – Arr. Ricardo Rodrigues        

Luiz Gonzaga – Vem Morena

Clarinetas: Enéas Albuquerque (Spalla), João Paulo, Hudson Ribeiro, Suzana Maiara, Andry Carla, Kleber Luz, Magnus Zacarias, Lucas Bonfim, Nednaldo Manoel, Alanderson Maxson, GilVânia Flávia, Caio França, Fabião Amós, Francínio Gelian, Raquel Gonçalo, Iatagam Ribeiro

Clarone: Vitória Raqueline
Percussão: Ana Claudia e Leandro Claudino
Coordenador Artístico: Prof. João Paulo (JP)

Banda do CPM – Concerto para dois clarones

Ajustes de palhetas de clarinete

Preparação de palhetas e ajustes finos

Palheta Clarinete
1.) Palheta muito mole
:
Você pode tentar colocar a braçadeira um pouco mais afastada em direção a junção para ver se ela fica um pouco mais dura. Se isto funcionar corte um pouco a ponta com um cortador de palhetas apropriado.
Corte um pouquinho de cada vez. Um outro remédio seria lixar a palheta pelo lado inferior como lixa 400, do meio dela em direção a ponta, concentrando a pressão na ponta do dedo. Isto fará com que a abertura aumente um pouco ficando um pouco mais duro de soprar.

2.) Palheta muito dura:
Neste caso você deve polir a parte inferior da palheta (esfrega-la contra um vidro plano, por exemplo) de modo a remover as pontas das fibras que estejam saltadas.
Este procedimento reduz também o ruído provocado pela passagem do ar. Se ela continuar dura, a superfície indicada no desenho deverá ser lixada. Lixe simetricamente os dois lados da palheta com uma lixa de junco em movimentos
circulares, tomando cuidado para não tocar no coração tornando a palheta mole demais.

Depois de lixar o suficiente equilibre a palheta soprando e verificando se ela vibra livremente dos dois lados. Isto é feito inclinando a boquilha para a esquerda e depois para a direita. Se não acontecer é sinal que um dos lados ainda
está espesso.

Palheta Clarinete


3.) Má resposta no registro grave:
A ponta da palheta está muito espessa. Lixe um pouco a superfície superior tomando cuidado para não lixar a área do coração.

4.) Má resposta no registro médio:
Você deve remover um pouco da cana conforme o desenho. Esta é uma operação delicada (use uma lixa de junco). Faça vagarosamente tomando cuidado para não remover material da ponta deixando a palheta mole e frágil.Teste sempre após
remover um pouco.

Palheta Clarinete

5.) Má resposta no registro alto:
Á área desbastada ou a palheta inteira pode estar muito longa . Também suas laterais muito finas. Subaum pouco a numeração da palheta, ou troque de marca.

6.) Má resposta no estacato:
A área em torno da ponta da palheta não está balanceada, para que ela vibre livremente. Faça o procedimento para balancear.

7.) A palheta é muito curta e muito difícil de soprar:
A palheta provavelmente está empenada. Lixe a parte inferior, tomando cuidado com ponta para não deixa-la muito fina.

Você pode também raspar as laterais conforme o desenho ou ainda lixar a área ao redor da ponta, afinando um pouco.
Este procedimento aumentará a abertura facilitando a emissão.

Palheta Clarinete

8.) A palheta fica muito aberta:
Deve-se polir a parte inferior. Se isto não resolver lixe a palheta pelo lado inferior começando do centro para a ponta.

9.) Melhorando a modulação e entonação:
Lixe as bordas em movimento circular, como mostra o desenho ao lado utilizando uma lixa de junco.b

Palheta Clarinete

10.) A palheta produz um chiado ao se tocar :
Este problema geralmente desaparece após alguns dias de prática.Se não desaparecer, a área do corte deve ser polida e possivelmente a parte inferior ser levemente lixada.

11.) A palheta produz um som suspirado:
Os cantos da palheta estão muito espessos e devem ser levemente afinados.

12.) A palheta produz leves apitos:
Se isto está acontecendo provavelmente a ponta da palheta está muito fina. Para corrigir corte a ponta com um cortador de palheta apropriado. Também verifique se a palheta não está trincada na ponta o que causa vibrações indesejadas em freqüências muito altas.

13.) A palheta produz um som “rachado”:
A palheta está com pouca cana na área do coração, ou com a ponta extremamente fina.

Dicas:
Para polir a parte do recorte, pequenos desbastes, balanceamento eu uso Lápis Borracha, pois dependendo do lugar onde você se encontra é difícil achar a lixa de junco no comércio Para cortes mais profundos ou raspagem, uma ferramenta barata seria a velha Gilette, por sinal ótima para remover cantos vivos das palhetas que machucam os lábios.
No caso de raspagem com Gilette, após concluir o trabalho, sempre dê um polimento no local raspado com o lápis borracha, para remover eventuais pontas de fibra de cana que podem cortar os lábios.

Eduardo Weidner

Tabelas de digitação do clarinete

digitação clarineteTabela digitação do clarinete

Partituras para clarinete

Gente, vou deixar aqui, alguns links de sites que contém partituras para clarinete. São poucos, mas quem tiver outros sites podem escrever nos comentários quais são.

 

http://pt.cantorion.org/musicsearch/instruments/Clarinet

http://www.solanomusic.com/partituras.php?count=&partituras

 

http://www.tapartoche.com/pt/instrumento.php?nome=clarinete&id=5

 

http://www.greatscores.com/pt/p/sheet/instrument/Clarinet

 

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Alguns desses sites precisa que você baixe programas como o encore, para poder visualizar as partituras. 

 

Thaís Pachêco :)

Equilibrando o Estudo Diário

 

Todo  bom músico tem vontade de melhorar cada vez mais. Para isso, muitos buscam bons professores, bons métodos, um repertório desafiador, procuram estudar o máximo de horas possível. Quem já não ouviu falar em “fulano estudava 8 horas por dia!”? Muitos de nós também já viram casos de pessoas que fizeram de tudo o que já foi citado acima, e ainda assim não conseguiram atingir um bom nível técnico-musical. Falta de talento?  Talvez não.  Nem tudo se resume em “O QUÊ” estudar, ou “COM QUEM”, nem “O QUANTO”. Um questão chave poucas vezes levada em questão pelos clarinetistas é “COMO” estudarimage

O estudo diário equilibrado é o que gera melhores resultados. Esse equilíbrio se dá pela proporção do “O QUÊ” se estuda, dentro do tempo que se tem disponível.
Devemos dividir nosso estudo em partes, como aquecimento, técnica (escalas, métodos)  e repertório. Primeiramente, fazemos o aquecimento e revesamos no decorrer dos dias técnica e repertório.

Outra dica importante é a concentração. De nada adianta estudar o dia todo sem atenção e foco. É preferível estudar menos tempo mas com muita concentração, do que muito tempo com pouca concentração.

A famosa pianista Magdalena Tagliaferro aconselhava seus alunos a estudar apenas 6 períodos de meia hora por dia. Somando dá apenas 3 horas. Ela dizia que depois de meia hora de estudo, o aluno perdia a concentração e o estudo se tornava mecânico. Daí a necessidade de longas pausas.

Numa ocasião assisti a um workshop do violinista Paulo Bosísio, que possue uma outra abordagem sobre o assunto. Ele recomendava a seus alunos que criassem uma rotina de estudo, começando e terminando sempre no mesmo horário, e evitando ao máximo interrupções, e fazendo pequenas pausas de dez minutos, para descanso muscular, completando de 3 a 4 horas diárias de estudo, não mais que isso.

Como a maior parte das pessoas tem disponibilidades de tempo diferentes durante a semana, formulei uma tabela de como dividir esses três elementos (aquecimento, técnica, repertório) de acordo com o tempo disponível para estudo. Mesmo com pouco tempo para praticar, não significa que não se pode evoluir ou se pode estudar de qualquer maneira.
Um coisa que funcionou bem para mim foi dividir o estudo em dois períodos do dia, para evitar fadigas e melhorar a concentração. Lembre-se  que cada pessoa um é diferente, e muitas vezes o que é bom pra um não serve ao outro. Teste várias maneiras de estudar, e procure perceber de qual maneira seu estudo se torna mais prazeroso e eficiente.

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Tabela de estudos

Aquecimento

Notas longas, respiração, estudos de sonoridade, staccato, dinâmica.

Técnica

Escalas, métodos, estudos de mecanismo, estudos mélódicos, etc.

Repertório

Peças Solo, Sonatas, Concertos, Música de Câmara, Standarts de Jazz, Choros, Improvisação.

Sempre use o metrônomo. Estude em andamentos cômodos e vá aumentando progressivamente!

Sugestões de Estudo  para desde quem tem apenas meia hora disponível por dia, até 3 horas.

30 minutos

10 aquecimento
10 técnica
10 repertório

Ou

05 aquecimento
10 técnica
15 repertório

45 minutos

10 aquecimento
20 tecnica
15 repertório

ou

5 aquecimento
15 técnica
25 repertório

ou

5 aquecimento
25 técnica
15 repertório

60 minutos

10 aquecimento
30 técnica
20 repertório

ou

10 aquecimento
25 técnica
25 repertório

ou

5 aquecimento
20 técnica
35 repertório

90 minutos

20 aquecimento
35 técnica
35 repertório

ou

15 aquecimento
40 técnica
35 repertório

ou

15 aquecimento
50 técnica
25 repertório

120 minutos

20 aquecimento
40 técnica
60 repertório

ou

20 aquecimento
60 técnica
40 repertório

ou

20 aquecimento
70 técnica
30 repertório

150 minutos

20 aquecimento
80 técnica
40 repertório

ou

20 aquecimento
40 técnica
80 repertório

180 minutos

30 aquecimento
90 técnica
60 repertório

ou

30 aquecimento
60 técnica
90 repertório

Tudo isso é válido desde que você tenha um professor, mesmo que eventualmente, que te corrija e oriente. Estudar muitas horas de forma errada é um bom modo de criar grandes vícios ao invés de evoluir.

Bons estudos!

 

por Michel Moraes

Boquilha

A boquilha é a zona do clarinete onde se sopra. Usa-se uma palheta (feita de cana, que vibra com a passagem do ar), produzindo som.

De que adianta ter um bom Clarinete e não ter uma boa boquilha???????
Na verdade a boquilha é uma peça de extrema importância no clarinete.

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Clarinet Quartet – Quarteto Vintage